Solidão a dois





Solidão a dois

A pior solidão é a que se sente quando se está acompanhado.


Não sei o autor desta frase, 
mas sem dúvida é alguém que já esteve sozinho
em uma relação que supostamente deveria ser a dois. 
Solidão é um sentimento
forte, traz dor, tristeza e por isso também buscamos ao outro, para não
ficarmos solitários em nossos próprios pensamentos, em nossa vida, em nossos
egoísmo excessivo. Agora, imagine se sentir sozinha mesmo com alguém ao seu
lado...a propósito, 
como está seu relacionamento?


Se ela apenas bate a cabeça ou resmunga algo indecifrável enquanto você fala
do seu dia, ou se ele parece estar no mundo da lua enquanto você conta sobre
o seu sentimento, sim, 
você pode estar no ritmo dos solitários acompanhados.
E, acreditem, não é nada divertido um tango dançado só.


O amor é algo a ser vivenciado a dois. A troca de sentimento, o
companheirismo, a parceria. Se está disposto a namorar, tem que saber que
deverá de comprometer com o outro. 
Não adianta assumir algo apenas para
dizer que está junto. A isso se chama comodismo. 
Também não é apenas se
relacionar quando se está frente a frente, beijando, abraçando e ao sair da
companhia esquecer do outro, sem lembranças, carinho, mensagens, sinais de
afeto, a isso se chama sadismo.


Você é o passivo, o sádico ou aquele que tem respeito por uma relação? Se
estiver entre os primeiros é bem provável que sofra da falta de semancol.
Reflita sobre em que direção está andando
 sua relação. Se os olhos não
batem, as cabeças rebatem e 
a solidão lhe acompanha mais que o seu parceiro,
há algo fora de lugar, será o egoísmo de uma das partes ou falta de
amor-próprio?


Homens e mulheres continuam neste ninho
 vazio muitas vezes por medo do que
encontrarão estando apenas na própria companhia. Se você é um destes, a
reflexão deve ser ainda mais profunda, a auto-estima não deve estar tão em
alta quanto deveria, ou talvez nem exista mais, sufocada entre a passividade
e o medo de arriscar viver.


Aproveite a época de fim de ano e faça uma reflexão necessária, para você e
para aquele que não aguentará muito tempo sua passividade e ausência. Para
ajudar, lembre de Nietzsche "Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me
oferecer verdadeira companhia" e faça alguém feliz - longe ou perto de você.



O Homem de sua Vida

   A todo momento ouve-se que "fulano é o homem da minha vida"
, mas esta mesma pessoa que pronunciou estas palavras, 
posteriormente, pronuncia "ele foi um erro, eu me enganei" ou pior, 
"ele me enganou".


   O problema aqui não são os homens,
 mas a precipitação da mulher em considerar o fulano como o homem de sua vida. Não se deve criar expectativas quanto a um homem, deve-se sim ver, de antemão, 
se ele se encaixa no perfil de homem de sua vida. 
Para tanto, as mulheres devem se peguntar
 o que é o homem de sua vida.


   O homem da vida de uma mulher tem que se encaixar em um perfíl que ela mesma cria. Esse perfil contém duas partes, as chamadas características principais e características acessórias.


   As características acessórias são aquelas que um homem pode ter, 
mas como não é fundamental, o homem poderá não tê-la.
 Já as principais, ao contrário, deve tê-las, 
sob pena de ser excluído da lista de pretendentes.


   Assim, para se ter um perfíl, basta pegar um papel, 
dividi-lo em dois com uma linha, e, 
de um lado, escrever CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS, 
e de outro lado, CARACTERÍSTICAS ACESSÓRIAS. 
Depois, enumerar, na parte das principais,
 em ordem decrescente de maior importância para o de menos importância. 
Após, o mesmo deve ser feito com as Características Acessórias. 
(ver quadro abaixo).



   Não há pretensão de indicar quais são as 
características do que seja principal.
 Contudo, uma característica tem indicação
 de ser principal: saber amá-la. Isto porque um
 homem que não é capaz de amá-la, não poderá ser o homem de sua vida.
 Ele deve ser excluído da lista de pretendentes.


   Nós, humanos, precisamos de amor em todas as formas; 
materno, paterno, fraterno, amor de amigos e conjugal.
 Portanto, faz-se necessário que o homem que a mulher 
Considera como sendo de sua vida, deve amá-la.


   Há um conto em que consiste na história de um indivíduo 
que sempre perdia o trêm por apenas 5 minutos de atraso. 
Esse indivíduo, todos os dias, programava-se a pegar o trêm das 19 horas. 
Sempre saía com antecedência de pelo
 menos 2 horas para não perder o trêm. 
Contudo, no caminho, ele parava para conversar 
com o padeiro, para olhar a loja de doces, para ler os jornais, 
enfim, sempre parava para fazer algo.
 E, por esta razão, quando chegava na estação,
 o trêm havia partido há 5 minutros atrás. 
Toda vez se lamentava e dizia que amanhã ele conseguiria.
 Dia após dia a história se repetia.


   O conto faz o paralelo entre trêm e as oportunidades da vida,
 demonstrando que quando não há objetividade na vida, 
perde-se as oportunidades, até mesmo porque não se sabe, ao certo, 
o que quer, se é de fato pegar o trêm ou realizar outras coisas.


   Nesse sentido, quando se faz o perfil do homem
 de sua vida, estará sendo definido o que se quer, 
estará agindo de forma objetiva para que 
quando o homem que se encaixe no seu perfil passe por você, 
você poderá enxergá-lo e não perder a oportunidade.


   Enfim, tendo o perfil pronto,
 basta esperar o trêm passar. Confie, ele existe.
 Para confirmar isto, há um ditado popular que diz, 
"não há um pé torto que não tenha um chinelo velho que sirva", 
ou como costumo dizer, que toda panela tem uma tampa que sirva,
 então procure sua tampa.

Como lidar com o fim do relacionamento?


     O fim de uma relação é um momento muito delicado
que exige cuidados pois freqüentemente envolve tristeza e sofrimento.  
Para alguns este sofrimento se deve ao
 sentimento de perda de um ser muito significativo
 e para outros esta perda representa um alivio. 
Quando a relação em si é conflitiva, por vezes sentida
 como destrutiva a separação significa uma libertação deste sofrimento.


     Neste sentido o término de uma relação precisa ser visto como um momento de um processo, que precisa ser delicadamente cuidado; 
exige reflexão e análise para que possa acontecer a partir dela uma transformação,
 uma renovação das pessoas, explica a psicóloga Maria Cristina Capobianco.


     É comum perceber que algumas pessoas, 
imediatamente após a separação mergulham 
em outros relacionamentos ou no trabalho ou na academia, 
como forma de amenizar a dor, o vazio.
 Outras caem em um desânimo profundo, 
a vida perde o sentido e sentir só torna-se insuportável.  
Especialmente na adolescência, período de grande 
vulnerabilidade e impulsividade, as 
tentativas de suicídio são freqüentes.


     A psicóloga alerta que essa vontade
 de querer fazer tudo ao mesmo tempo
 para esquecer o ex, nem sempre é bom. 
Cristina explica que no primeiro caso, 
o alivio da sensação de peso que o relacionamento 
despertava faz a pessoa pensar que ter “descartado”
 a relação foi uma atitude mais saudável.
  Em muitos casos, a separação é necessária e 
aponta para a ampliação dos modos de viver a vida.
 Porém, se a pessoa não tenta compreender
 como foi entrando e permanecendo numa relação 
que se tornou destrutiva, ela poderá eventualmente
 continuar escolhendo este tipo de relação e repeti-la
 com outras pessoas. Aparecem em muitos casos outras 
“dependências”, de álcool, do trabalho, 
da tirania da imagem de um corpo esbelto, potente.


     As pessoas, que pelo contrário, passam por períodos de sofrimento profundo, depressão, tristeza, também precisam de cuidados intensos, ressalta a terapeuta. Provavelmente esta pessoa se sente abandonada, sua autoestima despenca e perde a confiança no seu potencial e desejo de seguir vivendo. Nestes casos, o que houve provavelmente foi que a relação era o que denominamos de um tipo “simbiótico”; similar aquela que acontece entre uma mãe e um bebé recém nascido. O bebê não tem recursos próprios para sobre viver, ele não discrimina quem é quem, mãe e bebé se fundem numa única pessoa. Quando pessoas adultas mantêm este tipo de relação, na qual existe uma indiscriminação intensa entre quem é quem, quando acontece a separação, ela é vivida como se se perdesse uma parte de si próprio ao se desligar do outro. A pessoa se confundiu tanto com seu parceiro, que ao se separar dele, perde seus próprios recursos e sente-se um bebê sem a proteção da mãe.


     Após a separação, o período de luto pela perda do ser amado varia e é  comum chegar a nove, dez ou doze meses. É importante ter paciência e não tentar acelerar o processo. As pessoas têm o costume de olhar de maneira negativa para as experiências de sofrimento.


     Porém  é fundamental respeitar o ritmo que cada um precisa para elaborar este momento e poder se abrir para novas experiências. Homens e mulheres variam muito na sua forma de vivenciar este momento. "Os homens sofrem sozinhos; enquanto as mulheres se apóiam uma nas outras, eles, por razões culturais, se fazem de durões", observa a psicóloga Maria Cristina Capobianco. 


     O fim de uma relação é um momento muito delicado que exige cuidados pois freqüentemente envolve tristeza e sofrimento.  Para alguns este sofrimento se deve ao sentimento de perda de um ser muito significativo e para outros esta perda representa um alivio. Quando a relação em si é conflitiva, por vezes sentida como destrutiva a separação significa uma libertação deste sofrimento.


     Neste sentido o término de uma relação precisa ser visto como um momento de um processo, que precisa ser delicadamente cuidado; exige reflexão e análise para que possa acontecer a partir dela uma transformação, uma renovação das pessoas, explica a psicóloga Maria Cristina Capobianco.


     É comum perceber que algumas pessoas, imediatamente após a separação mergulham em outros relacionamentos ou no trabalho ou na academia, como forma de amenizar a dor, o vazio. Outras caem em um desânimo profundo, a vida perde o sentido e sentir só torna-se insuportável.  Especialmente na adolescência, período de grande vulnerabilidade e impulsividade, as tentativas de suicídio são freqüentes.


     A psicóloga alerta que essa vontade de querer fazer tudo ao mesmo tempo para esquecer o ex, nem sempre é bom. Cristina explica que no primeiro caso, o alivio da sensação de peso que o relacionamento despertava faz a pessoa pensar que ter “descartado” a relação foi uma atitude mais saudável.  Em muitos casos, a separação é necessária e aponta para a ampliação dos modos de viver a vida. Porém, se a pessoa não tenta compreender como foi entrando e permanecendo numa relação que se tornou destrutiva, ela poderá eventualmente continuar escolhendo este tipo de relação e repeti-la com outras pessoas. Aparecem em muitos casos outras “dependências”, de álcool, do trabalho, da tirania da imagem de um corpo esbelto, potente.


     As pessoas, que pelo contrário, passam por períodos de sofrimento profundo, depressão, tristeza, também precisam de cuidados intensos, ressalta a terapeuta. Provavelmente esta pessoa se sente abandonada, sua autoestima despenca e perde a confiança no seu potencial e desejo de seguir vivendo. Nestes casos, o que houve provavelmente foi que a relação era o que denominamos de um tipo “simbiótico”; similar aquela que acontece entre uma mãe e um bebé recém nascido. O bebê não tem recursos próprios para sobre viver, ele não discrimina quem é quem, mãe e bebé se fundem numa única pessoa. Quando pessoas adultas mantêm este tipo de relação, na qual existe uma indiscriminação intensa entre quem é quem, quando acontece a separação, ela é vivida como se se perdesse uma parte de si próprio ao se desligar do outro. A pessoa se confundiu tanto com seu parceiro, que ao se separar dele, perde seus próprios recursos e sente-se um bebê sem a proteção da mãe.


     Após a separação, o período de luto pela perda do ser amado varia e é  comum chegar a nove, dez ou doze meses. É importante ter paciência e não tentar acelerar o processo. As pessoas têm o costume de olhar de maneira negativa para as experiências de sofrimento.


     Porém  é fundamental respeitar o ritmo que cada um precisa para elaborar este momento e poder se abrir para novas experiências. Homens e mulheres variam muito na sua forma de vivenciar este momento. "Os homens sofrem sozinhos; enquanto as mulheres se apóiam uma nas outras, eles, por razões culturais, se fazem de durões", observa a psicóloga Maria Cristina Capobianco. 

Palavras mal ditas na relação

   É uma certeza absoluta: se algum dia um casal, numa briga, disser qualquer grosseria ou “verdades” que só aparecem no calor da briga, nunca mais a relação será a mesma. Claro, que chamar o (a) parceiro (a) de bobo, besta ou idiota numa brincadeira ou numa briga, mas sendo poucas vezes e sem tom agressivo, isso não acarretará numa grande mudança na relação. Entretanto, se um dia, um dos dois ou ambos disser, por exemplo, “você é um fracassado, por isso você não tem aumento”, num momento de raiva, mesmo que depois você diga que isso só foi dito porque estava com raiva, nunca mais a relação será a mesma.


   A pior coisa que um casal pode fazer numa briga é perder o controle das palavras. Por mais que voltem as pazes, e que aparente que tudo voltou ao normal, a pessoa que ouviu isso guardará consigo para sempre.


   Conhecemos muitos casamentos que se dissolveram (ainda que só de fato, sem oficialização na justiça) por causa das agressões verbais. Quanto mais palavras mal ditas, mais a relação se deteriora. A regra é simples: nunca, em hipótese alguma, ainda que o outro já tenha dito horrores para lhe magoar, nunca aponte nenhuma fraqueza do outro. Nunca, nunca mesmo. Isto é seríssimo, a relação não acabará de imediato, é ao longo do tempo que o quê justificava ainda o amor, deixa de justificar e ele (o amor), infalivelmente, deixará de existir.


   Normalmente, as mulheres conseguem aceitar mais as palavras mal ditas, desde que o grau da grosseria não seja muito alto. Os homens podem engolir, mas nunca esquecer. Eles se sentem muito mais agredidos com o apontamento de falhas; e ao longo do tempo, com a repetição de brigas e grosserias, eles passam a duvidar que ela realmente goste dele e deixa de gostar dela.


   Nesse caso, eles não terminarão um casamento até que se apaixonem realmente por alguém, pois o casamento é a estabilidade e o divórcio é muito trabalhoso. Se a esposa é quem cuida da casa, mas difícil será a decisão dele se separar. Ele pode não se separar judicialmente, mas de fato estará separado. Ele deixará de fazer sexo com a esposa, mas não necessariamente porque está traindo, mas porque o desgosto fez acabar até o tesão.
   A mulher, ao contrário, consegue relevar as palavras mal ditas em nome do amor que sentem; elas querem que tudo volte ao normal, independentemente do que lhe foi dito (dentro de um limite que não chegue a ser humilhação).


   Reverter esse quadro é muito difícil, os dois têm que querer reverter, pois se só ela quiser “consertar” a relação, nada do que ela possa fazer mudará alguma coisa. Então, o melhor é ter uma conversa franca, desculpando-se e sem justificar que fez tudo isso porque ele também fez. Se disser isso, a briga reiniciará. Melhor é apenas se desculpar e falar francamente como a relação está e perguntar a ele diretamente se deseja que a relação melhore, se ele está disposto a colaborar no “conserto”. O tom a ser usado não pode ser agressivo ou inquisitivo, como se ele tivesse culpa, ainda que seja culpa mútua. Não se deve discutir ou revelar, ainda que implicitamente, de quem é a culpa. A culpa é de ambos e isso deve ter em sua mente, ainda que na dele isso não esteja claro.


   Não importa de quem é a culpa, o que importa é, se esse for o desejo de ambos, restabelecer uma relação saudável. Se ele agir com ironia quando você fala sobre o restabelecimento, esquece, a relação nunca mais irá voltar ao normal. Não adianta ameaçar com separação, nada fará melhorar. Se você não quiser continuar com o casamento assim, o jeito é se separar mesmo.


   Se você for o homem numa relação desgastada por causa das brigas e quer restabelecer a relação, siga a dica dada acima. Cremos que restabelecer a relação para você, homem, com a sua mulher será mais fácil (desde que você não a tenha humilhado) do que a mulher querendo restabelecer com o homem.


   Portanto, se vocês estão no começo da relação ou, apesar do tempo de namoro, não tiveram brigas muito sérias, quando as tiver, controle-se, ainda que o (a) outro (a) cometa a primeira grosseria muito grande. Saia do recinto e depois converse com quem fez a grosseria e diga-lhe calmamente que se ambos querem que a relação nunca acabe, esse tipo de grosseria não pode ser dita.


   De todas as grosserias, a mais grave é aquela que aponta defeitos, falhas ou fracassos. Como: “você é ruim de cama”, “meu salário é maior do que o seu”, “eu te sustento”, “você é um (a) fracassado (a)” e outras expressões desse gênero. No momento da raiva, a vontade é de dizer palavras duras para atingir o outro, então as pessoas procuram os pontos fracos e conseguem o seu intento que é agredir profundamente. Depois que a raiva passa, o arrependimento vem junto com o pedido de desculpas. As desculpas serão aceitas, mas a mágoa não desaparecerá. Isso é regra, a não ser que você esteja se relacionando amorosamente com o Dalai Lama.
Palavras mal ditas são verdadeiras malditas palavras.

Bodas de casamento

O que são as bodas de casamento?

Boda é uma celebração que comemora o casamento civil ou religioso. As bodas de ouro são, costumeiramente, muito celebradas, representam os cinqüenta anos de um casamento e são ilustradas pelo elemento ouro. A cada ano de um casamento as bodas são representadas por um elemento diferente que simboliza a passagem de mais uma etapa na longa jornada que todo casamento longo passa.

História das bodas de casamento

A palavra boda refere-se aos votos matrimoniais ou ao enlace matrimonial e tem suas origens no latim.


É tradicional, principalmente na cultura ocidental, comemorar com bodas os eventos relativos ao casamento. Para nomear cada um desses eventos(cada uma das bodas) é associado a cada ano das bodas um tipo de elemento que o represente. Na joalheria, tradicionalmente são produzidas as alianças de bodas de prata e bodas de ouro. Para as demais, geralmente são confeccionados anéis utilizando-se os elementos correspondentes à nomenclatura do ano completo.

O que dar de presente para as bodas de casamento?

Os presentes para estas ocasiões não são obrigatórios mas caso haja intenção em presentear o casal o presente normalmente é relacionado ao elemento da boda. Por exemplo, para as bodas de prata pode-se presentear o casal com objetos de prata, sejam jóias ou outros ítens de decoração, para as bodas de ouro e demais segue-se o mesmo raciocínio.


Quais são as bodas de casamento?

AnosNomenclatura
1Bodas de Papel
2Bodas de Algodão
3Bodas de Trigo ou Couro
4Bodas de Flores e Cera
5Bodas de Madeira ou Ferro
6Bodas de Perfume ou Açúcar
7Bodas de Latão ou Lã
8Bodas de Papoula ou Barro
9Bodas de Cerâmica ou Vime
10Bodas de Estanho ou Zinco
11Bodas de Aço
12Bodas de Seda ou Ônix
13Bodas de Linho ou Renda
14Bodas de Marfim
15Bodas de Cristal
16Bodas de Turmalina
17Bodas de Rosa
18Bodas de Turquesa
19Bodas de Cretone ou Água-marinha
20Bodas de Porcelana
21Bodas de Zircão
22Bodas de Louça
23Bodas de Palha
24Bodas de Opala
25Bodas de Prata
26Bodas de Alexandrita
27Bodas de Crisopázio
28Bodas de Hematita
29Bodas de Erva
30Bodas de Pérola
31Bodas de Nácar
32Bodas de Pinho
33Bodas de Crizo
34Bodas de Oliveira
35Bodas de Coral
36Bodas de Cedro
37Bodas de Aventurina
38Bodas de Carvalho
39Bodas de Mármore
40Bodas de Rubi ou Esmeralda
41Bodas de Seda
42Bodas de Prata Dourada
43Bodas de Azeviche
44Bodas de Carbonato
45Bodas de Platina ou Safira
46Bodas de Alabastro
47Bodas de Jaspe
48Bodas de Granito
49Bodas de Heliotrópio
50Bodas de Ouro
51Bodas de Bronze
52Bodas de Argila
53Bodas de Antimônio
54Bodas de Níquel
55Bodas de Ametista
56Bodas de Malaquita
57Bodas de Lápis Lazuli
58Bodas de Vidro
59Bodas de Cereja
60Bodas de Diamante ou Jade
61Bodas de Cobre
62Bodas de Telurita
63Bodas de Lilás
64Bodas de Fabulita
65Bodas de Ferro
66Bodas de Ébano
67Bodas de Neve
68Bodas de Chumbo
69Bodas de Mercúrio
70Bodas de Vinho
71Bodas de Zinco
72Bodas de Aveia
73Bodas de Manjerona
74Bodas de Macieira
75Bodas de Brilhante ou Alabastro
76Bodas de Cipreste
77Bodas de Alfazema
78Bodas de Benjoim
79Bodas de Café
80Bodas de Nogueira ou Carvalho
81Bodas de Cacau
82Bodas de Cravo
83Bodas de Begônia
84Bodas de Crisântemo
85Bodas de Girassol
86Bodas de Hortênsia
87Bodas de Nogueira
88Bodas de Pêra
89Bodas de Figueira
90Bodas de Álamo
91Bodas de Pinheiro
92Bodas de Salgueiro
93Bodas de Imbuia
94Bodas de Palmeira
95Bodas de Sândalo
96Bodas de Oliveira
97Bodas de Abeto
98Bodas de Pinheiro
99Bodas de Salgueiro
100Bodas de Jequitibá


Regras  - Para evitar os canalhas

 
  As regras elencadas abaixo não querem significar que qualquer homem é canalha, apenas significa que como você não o conhece ainda suficientemente para definir se ele o é ou não.


   Então, aplique as regras abaixo como fosse uma carta de seguro, ou seja, como prevenção, pois se ele for um canalha, acabará afastando-se de você, se não o for, ficará ainda mais atraído por você.


   Regra 1: Em casa noturna, festa ou bar, seja discreta, faça o jogo da sedução, paquere, mas não o ENCARE FRONTALMENTE.


   Regra 2: Deixe que ele se aproxime de você e não facilite demais, deixe que ele faça tudo para conquistá-la. Em suma, seja difícil. Isso estimula o instinto de conquista do macho e, consequentemente, ele se atrairá mais ainda por você.


   Regra 3: Não beba tanto aponto de se abrir, falar tudo sobre você ou que a faça perder o controle da situação. Homens corretos não gostam de se envolver com bêbadas. Você gosta de bêbado? Já os canalhas querem ficar com bêbadas, pois são mais fáceis de levar para um motel.


   Regra 4: Seja interessante, não seja fútil e converse bastante com ele antes de partir para o beijo. Isso evita situações como a de você beijá-lo e logo o rapaz diz que "vai dar uma volta", situações tão freqüentes atualmente.


   Regra 5: Não vá para a cama com ele no primeiro dia. Preserve-se, mesmo que a vontade seja grande, afinal seu objetivo não é amar e ser amada? Ou apenas curtir a noite? É uma constatação real, homens que fazem sexo com uma mulher na primeira noite, raramente irão namorá-la.


   Regra 6: Não telefone para ele, deixe ele telefonar primeiro. Sempre deixe que ele telefone e na próxima vez você telefona, é como se fosse um jogo de xadrez, cada um tem sua vez e você não pode jogar duas vezes seqüencialmente, espere a vez dele e depois telefone. Assim, você evita que ele a considere uma mulher desesperada por homem.


   Regra 7: Não o convide para sair, espere ele convidar. Pelo mesmo motivo da regra anterior.


   Regra 8: Não aceite convite dele para sair no mesmo dia em que ele lhe convidou. O ideal é se o encontro ocorrerá no sábado, ele deve convidá-la até quinta-feira. A explicação é a seguinte: um cafajeste tem uma agenda repleta de telefones de mulheres; se ele te convida na quarta-feira, por exemplo, significa que ele quer garantir o encontro com você, ele pensou em você. Não é preciso definição do local e horário logo, apenas que está combinado que irão sair com certeza. Quando ele deixa para ligar só no sábado, significa ou pode significar que ele já ligou para várias mulheres, não conseguiu marcar nada, e como quer sair a qualquer custo com uma mulher no sábado, liga para você.


   Regra 9: Não se encontre com ele no meio do caminho, se ele estiver realmente interessado em você, irá buscá-la. Logicamente, essa regra é para o caso dele ter um carro. Caso contrário, a regra é que não aceite ir a lugares distantes de sua residência, pois se ele estiver realmente interessado em você, fará qualquer esforço para chegar ao seu encontro.


   Regra 10: Não vá para a cama ainda. O ideal é esperar pelo menos um mês e meio se você tiver 25 anos ou mais, e três meses se você tiver menos de 25 anos. Isto porque ele estará analisando suas atitudes de acordo com sua idade. Não se iluda, por mais desligados, eles estão te analisando sim, pode ser superficialmente, mas quando o assunto é sexo... pode esperar análises!


   Regra 11: Analise-o, analise-o! Tente decifrá-lo, veja o que ele realmente pretende; não se distraia na noite, pois há possibilidade de conciliar a diversão com as suas análises. Aliás, analisá-lo é uma diversão!


   Regra 12: Perceba se ele fala da vida pessoal dele realmente, parte boa e ruim, ou apenas se faz de coitadinho ou só conta vantagens. Fuja desses dois estereótipos, pois se trata de um truque de sedução que eles usam, não estão sendo verdadeiros.


   Com estas atitudes, mostrará a ele que você não é uma qualquer, que sabe analisar e não corre atrás dele desesperadamente. Assim, o canalha fugirá de você, afinal canalhas não gostam de perder muito tempo com uma só mulher, pois, nesse intervalo de tempo, ele poderá estar com várias.  




Bom de papo







   Conheci outro dia um rapaz lindo, boa pinta, galanteador e muito charmoso. No alto de seus 1,80m reluzia beleza em olhos verdes e cabelos negros. Pensei: este eu gostaria de ter ao meu lado por um bom tempo. Após 10 minutos de conversa, a solidão parecia ser a melhor amiga de uma mulher. Para que um relacionamento, afinal? Foi a conclusão absurda, fruto do desespero, que cheguei após um bate-papo com o cidadão. Quem diz que só o exterior é o que vale bem deve acreditar em Papai Noel, contos de fadas e que um dia a vaca vai tossir, pois é um iludido que só vê com os olhos da futilidade. Vá brincar de Barbie, ora bolas.


   A aparência é um fator a mais na escolha de um parceiro, isso é fato que por mais que neguemos, no fundo sabemos os mentirosos estaremos sendo. A cor dos olhos, o tamanho do cabelo, o jeito de andar e o sorriso são pontos que contam um pouco no processo de com quem namorar. Veja bem, a aparência é um fator a mais, assim como o caráter, o romantismo, sensibilidade, mas não o fator decisivo na conquista, pois um dia nada mais de belo existirá quando a tatuagem de golfinho parecer nadar entre as rugas e a canela parecer mais a trave do que a força do chute.


   Então, você pode me perguntar, afinal, quem ela gostaria de ter ao lado dela deveria ter? Respondo sem pensar duas vezes: um bom papo. Quero que o meu companheiro tenha a capacidade de manter uma conversa por mais de 30 minutos, mesmo que o assunto seja o sabor do sorvete ou a política cambial. Quero que nosso papo flua e percamos, às vezes, a hora, entre uma opinião e outra, ou um carinho em forma de palavras e outro.


   Pense bem, com o passar do tempo a beleza se vai e sobram as rugas, o charme é deixado para trás entre uma toalha molhada e um arroto na mesa, a sensibilidade é questionada com o matar de uma mosca por diversão e o romantismo esquecido com o igual esquecimento da data de aniversário de namoro. Tudo se vai e o que fica é a potencial conversa, prazerosa, mesmo que para alimentar apenas a rotina que tende a se desgastar.


   E que melhor arma para vencer uma briga, uma intriga, um mal entendido, pedir desculpas, conceder perdão e fazer as pazes do que batendo um bom e velho – ou novo, ou recém nascido, ou reciclado papo. Afinal, é nele quem se descobre o que o outro é, e o que somos verdadeiramente.


   Então, para aqueles que concordam comigo e querem alguém para passar o resto da vida, ou pelo menos muitos momentos prazerosos, ache aquele com quem goste de conversar. Além de poder passar muito bem o tempo, terá a chance de ter uma desculpa por não ter visto aquela vizinha chata e fofoqueira do segundo andar.

Quem Escreve

Quem Escreve
Recifence, 24 anos, Gestora de Recursos Humanos, Cabelomaníaca, gosto tudo sobre o universo feminino por isso criei este espaço para contar o que sei, amo a Deus acima de tudo, o resto é detalhe.

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